Eragon vendeu mais de 15 milhões de exemplares no mundo.
Christopher Paolini tinha tudo para ser mais um autor implorando por espaço em um mercado saturado de novatos e veteranos.
O que deu errado certo nessa história?
Vamos descobrir juntos.
E aproveitar para sortear um livro de fantasia autografado dentre os comments de hoje…
***
Como dito, dessa vez eu vou sortear um livro de literatura fantástica autografado aqui no “Cavernas & Dragões”.
Para concorrer, é fácil: basta dar ao fim sua opinião sobre o assunto do post de hoje. Simples assim.
O livro de hoje se chama “Filhos de Galagah“, do autor Leandro Reis, e é um prato cheio para quem gosta de histórias fantásticas, nesse estilo exatamente de cavaleiros, magias, romances e guerras.
Para saber mais sobre o livro em si, só clicar aqui.
Recomendado.
Agora, vamos voar em dragões.
***
PAOLINI & O PODER DOS NERDS
Christopher Paolini nasceu em 17 de novembro de 1983.
Com uma aparência nerd inevitável e um corpo pouco intimidador, ele seria aquele típico moleque de filme americano que se sentaria longe dos quaterbacks populares e teria bolinhas de papel arremessadas na cabeça.
O tipo de sujeito que suspiraria aliviado quando atravessasse um corredor com uma bandeja e ninguém esticasse a perna.
O pobre rapaz que teria de ligar para a gordinha de aparelho no dente para o baile de formatura; a mesma que teria a roupa manchada pela líder de torcida malvada.
Esse seria Christopher Paolini; um rapaz com todos os clichês norte-americanos necessários para alguém ser marcado com um carimbo de “loser” na testa pelos valentões da rua.
No entanto ele é o autor mais jovem a entrar na lista de best-sellers do New York Times e vendeu mais de 15 milhões de exemplares.
What???????
É, tem gente que ainda não entendeu…
Negócio é o seguinte; senhores bombados de grandes trapézio a se exibir no YouTube, entendam uma coisa de uma vez: o mundo já é dos nerds!
(“O nerd de hoje é o cara lindo do amanhã…”)
São eles que criam a próxima tecnologia, os próximos programas (até o YouTube utilizado para… ah… se exibir um trapézio, algo que com certeza o nerd nunca imaginou ao criar a coisa), os próximos filmes, as próximas graphic novels, os próximos grandes games.
E são eles também que escrevem os livros mais divertidos para a geração a qual pertencem.
E Paolini tem ainda algo interessante a seu favor: reciclar – quando não recontar – velhas histórias já batidas para a geração dele (que é a minha, e de mais uma penca de leitores aqui), mas não para a geração atual (nascida a partir da década de 90).
Para a geração atual, Star Wars não tem o mesmo peso que para a passada. Luke Skywalker pesa menos em relevância do que Jack Sparrow… ou Neo ou… sei lá, Edward Cullen e Naruto!
Mantermos esse raciocínio em mente é importante pra compreender o sucesso de Paolini.
Porque por mais que os filmes/livros/HQ/games passados sejam batidos, os que se tornaram clássicos o fizeram porque sua história é boa. E isso para qualquer geração.
Logo, Paolini para escrever Eragon pegou tudo o que ele mais gostava, e mexeu na panela do seu jeito. E o que seria mais do mesmo para uma geração passada, acabou se tornando um prato interessante para a geração atual.
Foi assim que o dragão começou a voar…
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O VÔO
Se você não conhece a história de Eragon, realmente é bacana você começar a ler o Sedentário, o Cultura Pop e outros blogs do tipo, afinal, cultura pop não deve ser muito a sua praia.
Veja bem; você não precisa gostar de Eragon para conhecer a sinopse da coisa; da mesma forma como você não precisa gostar do “É o Tchan” para que o som chegue até você.
E se você não conhece, basta pegar a história de Star Wars, grudar com chiclete em Tolkien e esparramar uma pitada de Anne McCaffrey: filho de fazendeiro descobre ser o último cavaleiro de dragão e passa pela Jornada do Herói para livrar o mundo do Império do mal.
Quando Paolini admitiu que pegou o que mais gostava da literatura que consumia, ele falava sério.
De Star Wars ele tirou o plot e a jornada do herói; de Tolkien ele tirou desde a visão do mundo em questão (que já servira como inspiração para Star Wars) até a idéia da criação de um linguajar; de Anne MacCaffrey ele tirou – sem vergonha alguma – a idéia de cavaleiros se comunicando telepaticamente com dragões. E assim vai.
E jogou tudo em Eragon.
Aí fica a pergunta: esse processo criativo seria passível de condenação?
Resposta: pior que no caso dele não. Acompanhe esses argumentos:
1) Paolini começou a escrever a história lá pelos seus 15 anos.
E quem aqui já tentou escrever uma história de fantasia nessa idade, que atire a primeira pedra aquele que não juntou idéia de tudo que consumia.
É natural; uma das formas de se compensar a vivência que ainda é preciso se ter está exatamente em tirar de exemplo a dos mais experientes.
2) O moleque não imaginava a montanha-russa que iria enfrentar.
Sério, ele poderia até acreditar que um dia talvez seu livro fosse publicado (afinal, os pais possuíam mesmo uma pequena editora); poderia acreditar até que o livro poderia ir bem, se pagar e dar lucro; mas daí que seu primeiro livro viria a se tornar um best-seller mundial vai longe…
No fundo, Paolini com certeza começou escrevendo Eragon quase como um “fanfiction original”; e o Destino pregou nele a peça com roteiros diferentes, mas finais parecidos, escrita para todos aqueles que têm estrela.
Quando o moleque se deu conta, o dragão já estava em vôo.
CAVALEIROS & DRAGÕES
O que se segue agora é minha opinião sobre o primeiro livro do Eragon.
É só minha visão como escritor e como leitor mesmo. No fim do post, sinta-se à vontade para dar a sua.
Bom, eu tinha o pocket do Eragon (em inglês), que deixava no carro e ia lendo em qualquer evento/situação em que tinha de esperar alguma coisa.
Nunca terminei.
Aí recebi pelo correio os três livros em português. Comecei a acreditar que talvez meu problema com a história do Paolini fosse o idioma.
Não era.
Contudo, dessa vez eu li Eragon até o final. E percebo que ainda tenho um conflito com essa obra. Mas ao menos dessa vez eu identifiquei o meu conflito com ela.
A questão é que o livro não é mal escrito, como já ouvi muita gente dizer. Isso é má vontade com a história. O meu grande problema com o Eragon não tem nada a ver com a escrita de Paolini, mas simplesmente…
… que eu não suporto o personagem Eragon!
Sabem, quando você pega uma história que alterna pontos de vistas de personagens, ela lhe dá uma opção: ainda que você não goste de um ou outro, ao menos você sabe que quando passar aquele capítulo, pelo menos virá a bonaça da companhia de algum que você simpatize.
Agora, quando lhe dão apenas um único ponto de vista ao longo de todo o livro, e você não simpatiza com o personagem, aí como leitor você está em maus lençóis.
Esse foi o meu caso.
Se você gostar do personagem, o livro é uma fartura. Já se não simpatizar com ele…
De fato, eu não gosto do personagem Eragon por dois motivos:
1) Eu detesto personagem deslumbrado.
2) Paolini é deslumbrado por seu personagem.
Eu chamo de “personagem deslumbrado” aquele cara que, em vez de se concentrar, compreender o que tem de ser feito ou tentar pensar por si mesmo, fico saltitante por qualquer coisa fora da rotina e fazendo perguntas idiotas.
Eragon ao longo de mais da metade do livro simplesmente é um moleque que não consegue pensar sozinho!
Se Brom acende uma fogueira com palavras mágicas antigas, lá vai ele: “O quê? Mas como você fez isso?”. O cara explica.
Aí Brom coloca uma pedra entre os pés, dá uma lambreta e chuta a pedra pro lago, lá vem: “Caraca! Tipo assim: onde você aprendeu isso?”. Brom suspira. E explica.
Aí se Brom começa a assobiar e mexer as sobrancelhas ao mesmo tempo, lá vem o moleque: “Uau! Será que um dia eu vou conseguir fazer isso também?”.
(- Nossa Saphira, como você faz isso?
- Eu bato as asas!
- Uau! Será que eu consigo também?)
E essa situação se repete, e se repete, e se repete. E nem adianta dizer que ele era um adolescente rústico ou coisa do tipo para justificar tal atitude; isso vem da índole de pentelho dele mesmo.
Eragon, mesmo quando aceita que é o último cavaleiro, não se concentra em observar o mentor, em aprender as palavras por ele, em raciocinar por si próprio.
Quando ele resolve fazer isso enfim, o livro um está acabando.
Por sinal, foi bom para Eragon ter o velhinho Brom como mentor. Se ele tivesse tido um Yoda ou um Mestre Ancião de mentor, queria ver ele bancar o deslumbrado…
(Quero ver passar é o que esse cara passou pra ser Cavaleiro de Dragão…)
E quando falo que Paolini se deslumbra com o próprio personagem, é sério: Eragon um dia é um moleque fazendeiro que apanha do primo; uma semana de treinamento depois ele é o espadachim de 19º nível com iniciativa +5 e bônus de espada vorpal.
Lembro vagamente de um momento em que ele, Saphira e o personagem Murtargh estão para enfrentar um bando de mercenários experientes, algo do tipo. E a dragonesa diz:
- Você sabe que poucos podem se comparar a você e Murtagh na arte da espada!
Hein? Cuma?
Tudo bem que mercenário de livro de fantasia costuma ser igual soldadinho de Final Fight, mas uma tatuagem na mão anda realmente gerando super-dotados…
Os personagens mal conheciam o mundo fora dos limites da fazenda (aliás, mal conheciam um ao outro direito) e, de repente, alguns meses depois são espadachins temidos!
É tudo muito rápido em Eragon.
Eragon passa de anônimo a Ivanhoé; de deslumbrado ao Jovem Merlim; de Mario Bros. a Super Mário com capa e poder de vôo!
E se Eragon já é assim no Livro Um, eu tenho medo só de pensar no que ele deve conseguir fazer em Brisingr.
A tatuagem que ganhou na mão teve o mesmo peso que para o príncipe Adam gritar “Pelos Poderes de Greyskull”!
(-… e então ele gritava “Pelos Poderes de Greyskull!”
- Uau! Será que eu consigo também?
- Ai, saco…)
Sabem, talvez eu esteja mal acostumado com esse “treinamento marcial avançado” do cenário. Na minha academia de artes marciais, ninguém pega uma faixa-preta com menos de cinco anos de treinamento, e provavelmente esteja aí a dificuldade em visualizar um aprendiz se tornando mestre em meses, em vez de em anos.
Bom, o fato é que eu e Eragon não nos seguimos no Twitter.
Já a personagem Arya eu gosto, ainda que contenha todos os clichês da raça élfica etenizada em qualquer versão de “Dungeon & Dragons”. O início da óbvia futura relação amorosa dele com a elfa também se dá de uma maneira um tanto forçada, o que me lembra de novo o deslumbre de um Paolini adolescente com a própria criação.
Mas como escrito, nada que não seja normal; quando eu tinha 15 anos, em meus fanfictions o Fei Long (meu personagem favorito no SF) dava uns pegas na Chun Li em ruelas de Hong Kong, logo…
Anyway, para a geração mais nova, ele virou a referência que reconta os velhos plots que a anterior viu com Lucas, Spielberg e cia.; os mesmos que hoje nem se lembram mais de como fazer aquilo tão divertido.
Logo, é preciso mesmo ter quem relembre.
E ele faz muito moleque que não lê, ler; logo, ele faz mais do que muita gente e isso é sempre positivo.
Também gosto muito das cenas em que Paolini descreve a magia se formando da mente de Eragon para a prática, ou enfrentando a mente de outros magos. Ainda que tenha muita coisa chupada da Anne MacCaffrey (que por sinal, em vez de processo, deu real apoio ao livro), as metáforas envolvendo paredes e tal funcionam muito bem.
Ele faz um grande trabalho nessas cenas.
Outra coisa: é notável que o texto foi muito trabalhado. Muito. Mas muito mesmo. Aquele texto que temos hoje em mãos com certeza é muito diferente do original que Paolini entregou lá nas primeiras versões.
Dá pra sentir a mão de um agente, de um editor, da experiência dos pais e de mais um monte de gente que veio para somar ao trabalho do menino.
Não é à toa que a lista de agradecimentos finais dele é vasta; tem de ser realmente, porque até se escreve, mas ninguém lança um romance de sucesso sozinho. E Paolini deve ser grato a todos que o ajudaram a chegar onde está.
Menos a um.
Menos ao maldito agente que o convenceu a assinar a produção do filme sem controle sobre o produto final…
(sente o nível do que está por vir…)
A QUEDA DO DRAGÃO
Ok, o maior mérito do filme do Eragon é que ele faz você, como leitor, valorizar de maneira imensa os livros.
O filme é tão ruim, mas tão ruim, que chega a ser uma ofensa aos filmes ruins.
É mais fácil digerir o filme, inclusive, se você o encarar como uma paródia da série “Todo Mundo Em Pânico”. Aliás, aí o filme passa até a fazer sentido.
É difícil até saber por onde começar para falar sobre a perda de existência de 90 minutos de uma vida.
Bem, vamos tentar:
1) O diretor
O nome do sujeito é Stefen Fangmeier. Não esqueça; pode lhe ajudar na hora de escolher um dvd na locadora (se você ainda frequentar uma locadora…).
O cidadão dirigia animação, e tanto é que a dragonesa ele dirige bem que é uma beleza. O problema é na hora de dirigir atores, e, infelizmente, eles estão por toda parte.
Sente o nível de direção de ator do filme:
Sabe, pensando bem, já que escolheram tal diretor, Eragon deveria ter sido feito em animação de uma vez. Ficaria um resultado ao menos se duvidoso, não tosco.
Um anime da história, com uma pegada um pouco mais juvenil/adulto, provavelmente funcionaria bem.
Um RPG em live action filmado por um diretor que não leu os livros ou não os levou a sério (o que na prática dá no mesmo), não.
2) O elenco.
Vocês sabem quem seria Eragon originalmente? Alex Pettyfer. Só que as filmagens seriam em Budapeste e o cara tinha medo de voar.
Logo, preferiu filmar “Alex Rider” e dar uns amassos na Emma Watson, do Harry Potter.
(Alex Pffeifer previu logo que o filme seria uma… ahn… bomba…)
Elijah Wood (o Frodo) e o Shia LeBouf também recusaram – sabiamente – o papel.
Logo, sobrou para o garoto Edward Speelers, que era a segunda opção e foi jogado ali no fogo.
Sem um diretor para dar uma direção ao menino estreante, com a globalização Edward andava vendo muita novela da Glória Perez, e resolveu se inspirar em ‘Explode Coração” para dar um resultado exótico ao papel.
Deu no que deu.
John Malkovich e Djimon Hounson deveriam estar precisando muito de dinheiro. E Joss Stone merecia coisa melhor.
(o que é Malkovich posando de Paulo Coelho, Deus do céu…)
3) A direção de arte
Eu tenho um amigo que xingou tanto a direção de arte do filme, ao ponto de você ficar até com medo de discordar.
O fato é o seguinte: pega “O Senhor dos Anéis” e observa as armaduras, as armas e os objetos de guerra. As armaduras são sujas, as armas têm várias ranhuras, existem pedaços faltando, destroçados e tudo o mais.
Você olha e acredita que aqueles objetos têm centenas de anos.
Agora, você olha pras mesmas coisas em Eragon e pensa que está em um comercial da Bombril!
(essas armaduras e armas reluzentes e sem poeira têm centenas de anos de batalhas, né? A-hã…)
4) O roteirista.
Sério, esse cara vai pro inferno. Peter Buchman conseguiu fazer uma das piores adaptações de livro da história do cinema.
Sabe, é comum gostar mais do livro do que do filme; faz parte. Mas detonar um livro em um filme não.
E isso não tem nada a ver com aquele papo de: “ah, mas o filme tem de reduzir 500 paginas pra 90! Tem de cortar e modificar um monte de coisa!”.
Sim, é verdade. Eu faço esse trampo também e sei disso tudo; como também sei que, independente disso, existem adaptações boas e ruins. E a de Eragon tem um nível só pra ela. Um Grau 26 próprio.
Tem muito personagem que foi retirado e até nem faria falta mesmo não, mas o problema é que muitas das cenas que passavam a essência da história do Paolini foram cortadas e não foram criadas opções que as substituissem.
E os produtores não levaram a história de Eragon a sério. Até para pensar em um filme de 90 minutos de média, o estúdio em questão estava pensando muito mais em uma “Sessão da Tarde” do que em um “Supercine”.
Ao lado do diretor, olha as atrocidades cometidas:
- A Saphira tem penas (!) no lugar de escamas! A bichinha em vez de dragão virou uma galinha mutante!
(olha os dragões no filme do Eragon…)
- A dragonesa crescendo nos raios do Thor para acelerar a transição foi um toque bizarro. Pareceu que o bicho comeu um cogumelo do Mario Bros!
- O fato dela saber o próprio nome em vez de Eragon a batizar foi sem sentido.
- Os Raz’zac sendo mortos foi a decisão mais imbecil que podia ser tomada, pois isso inviabiliza o gancho com Eldest, mais ainda porque a personagem Katrina não aparece!
- E os Raz’zac viraram as múmias do Chapolin!
(O feiticeiro Durza e um Raz’zac no filme do Eragon…)
- Carvahall virou uma favela.
-E como assim o povo anão tem 1,80 m, filho?

(olha o anão no filme do Eragon; não, não, é aquele ali à direita mesmo…)
- O cara retirou do filme uma cena crucial, que pega no âmago do que o Paolini quis passar com sua história. No livro, em determinado momento uma mãe implora a Eragon que abençoe sua filha para que ela tenha um futuro notável. Ele o faz, marca a vida da menina e nós acompanhamos como as pessoas endeusam a figura daqueles cavaleiros, e como é importante que ele ali veja com os próprios olhos de uma maneira forte a importância de ser o último a manter vivo o legado. O tipo de cena que tinha de estar no filme, principalmente porque é muito visual e diz muito com pouco diálogo.
- A retirada dos gêmeos que desafiam os poderes mentais de Eragon é sentida. O pior é que as cenas com os caras foram filmadas, mas retiradas da edição final.
- O feiticeiro Durza virou o Sidney Magal! E voa em uma fumaça negra, estilo Goku!
(“quero vê-la sorrir… quero vê-la cantar…”)
- A personagem Angela perdeu toda a importância e parece atrasada pra uma filmagem em um set da Jenna Jameson! Se era pra dar uma ponta dessas pra Joss Stone, era melhor ela ter cantado.
- A elfa Arya virou paquita loira e não tem orelhas de elfo!
(“Vocês não merecem conversar com a minha elfa…”)
- Os Urgals são uma mistura dos Andores de Metro City (vide aquela foto lá em cima) com os soldados Hidlers, dos Changeman!
Serinho, até aquele “nascimento” deles eclodindo de ovos sabe-se lá botados por quem, poderia ter sido utilizada.
- A cena crucial de Eragon ganhando uma cicatriz nas costas em combate com Durza também é importante porque marca o personagem para a saga inteira.
- O “final” com Galbatorix “dando a louca” é triste de guardar na memória. Só faltava ele gritar: “olha a faca!”!
Por incrível que pareça, o jogo é mais fiel ao livro. O negócio é parar pra jogar.
Enfim, o fato é que, se Eragon tiver fôlego ainda para continuar uma franquia lucrativa nos cinemas, uma providência terá de ser tomada de imediato: outro estúdio, que não a Fox, terá de assumir a franquia e recomeçá-la do zero (a palavra da moda em Hollywood não é mesmo reboot?).
***
E se eu fosse produtor, ainda esquecia esse negócio de live action e partia para um anime violento…
***
ps: e valendo um “Filhos de Galagh” autografado a ser sorteado dentre os comments do post, sobre livro ou filme, qual a sua opinião sobre “Eragon”?






















Eragon é tão idiota que quase chega aos pés do Frodo.
Nerds arrasam
Nerds arrasam!
Esse cara é p que escreveu o Dragãoes de Eter né… rsss…
Qunatos vc vendeu fio ?? rss
Não li os livros e achei o filme divertido. Acho que por não saber do que se tratava, assisti tudo e tive uma tarde digna de “Sessão da Tarde” com dragões telepáticos, heróizinhos chatos aborrecentes e vilões pseudotenebrosos. Mas imagino que se eu ler os livros vou ter um choque. Pra mim isso aconteceu quando li “Coração de Tinta” depois de ter visto aquele filme, ham, no mínimo notável. rs
Concordo 100% com sua avaliação do filme, para ser honesto nem lembro do fim do filme, após a morte de Brom eu ignorei completamente o que acontecia de tão incoerente que era, só não desliguei pois minha mãe estava assistindo.
Entretanto queria te pedir para dar uma chance aos livros seguintes da série, neles rola o tão pedido ponto de vista de outro personagem e o próprio Eragon acaba crescendo como personagem.
E não vejo o mesmo como um “espadachim de 19º nível com iniciativa +5 e bônus de espada vorpal”, na verdade ele é bem bundão. Apesar de todos os bônus de “status” que sua união com Saphira dá ele consegue passar mais tempo desmaiado do lutando.
Inclusive o Murtargh é muito mais guerreiro que ele. Também sejamos honestos, o amor platônico do Eragon pela Arya é uma referência direta a adolescência de muitos, quiça todos, os nerds. A menina mais velha, experiente, linda, inteligente, etc… que é desejada por tudo e todos. Também acho que o deslumbramento do Paolini pelo personagem acaba no momento que ele permite um toco da Arya.
Seja como for, considero a série muito importante para as crianças de hoje.
A história difere de Harry Potter por não focar tanto nas conspirações do universo para que o “chosen one” se dê bem.
Consegue descrever bem o bastante lugares, personagens e situações sem se tornar enjoativo como alguns grandes escritores (Dan Brown e Tolkien, por exemplo).
E traz a juventude para uma cultara “pop-old-school” na qual fomos criados ao invés de destruir a imagem formada, como a Stephenie Meyer fez em Twilight.
E mais importante de tudo, ao menos no meu ponto de vista, ele escreveu a história quando era apenas um garoto e criou um best-seller, não importa se foram alguns anos depois e se precisou de muita ajuda, o que importa é que a idéia foi dele, ele começou e correu atrás ou fez com que outros se dispusessem a ajudá-lo e serve de exemplo para todo mundo que já escreveu uma pequena história ou tem vontade de fazê-lo.
Corra atrás! Ainda mais com o advento da internet, é muito capaz de alguém te encontrar e se interessar em ajudar, claro se você for bom. Apenas não esqueçam de documentar suas criações, se possível patentiar, antes de disponibilizar na rede.
Assim como todo mercado, o mundo necessita de novos autores, novas histórias e não importe o quanto a tecnologia avançar, pessoas sempre precisarão de histórias para inspirá-las, instruí-las e fazê-las viajar. É talvez a profissão mais antiga do mundo, iniciada com pequenos e disformes desenhos em cavernas e se mantendo firme como uma necessidade humana até hoje.
O primeiro livro realmente tem tantos paralelos com a primeira parte do Senhor dos Anéis (a fuga de Frodo do Shire), que é quase uma cópia.
Porém, Paolini vai amadurecendo seu estilo no segundo e terceiro livros, acrescentando idéias mais originais, como a descrição da sociedade e a magia dos elfos, por exemplo.
Eragon também amadurece e fica menos chorão rsss
O filme…. melhor esquecer que ele existiu. Vi o filme antes de ler o livro e isso me fez quase desistir de comprar. Só comprei porque o Submarino estava com uma oferta bem agressiva pela trilogia.
Oi

Sei que faz ns meses que vc postou, mas só achei agora o post XD
Como muita gente deve ter comentado *olha o número de comments* Eragon é um pentelho no 1°, mas nos outros livros ele melhora um pouco. A saga do Roran, no 3°, é bem interessante (e aí temos alternância de capítulos Eragon e Roran) e, ao contrário do q vc achou, não tem envolvimento romântico com a Arya heh. Ainda não, pelo menos (até o fim do 3° livro)
O personagem evolui bastante, acaba entendendo a idiotice que ele faz, aprende muuuita coisa e também como aprender sem perguntar e sem encher o saco XD
A sub-trama da garota abençoada é incrível #ficaadica e Ângela continua a aparecer, o que é BEM legal, além das outras batalhas que são muito bem escritas, na minha opinião.
Eu diria que o autor evoluiu bastante de um livro para o outro (afinal ele demorou anos entre um e outro) e fico ansiosa pelo 4°
Eu não sei quem teve o desprazer de assistir a versão dublada, mas eu nunca ouvi nada pior do que Safira gritando ERAGON o tempo todo parecendo uma piriguete!
Meu DEOS, e eu vi o filme antes de ler, me mandaram ler esse livro umas mil vezes e eu me recusava de tão idiota que eu achava.
Depois eu resolvi ler, gostei com ressalvas.
Eragon é chato e imaturo, supera até HP, se você for comparar a história é realmente um milk shake de tudo quanto é livro/filme que você deve ter lido ou visto na vida. Não tem nada de novo, mas não é um livro de todo ruim. Dá pra entreter por alguns momentos.
Ps.: sério até hoje eu ouço os ecos de Saphira gritando na minha mente! A dublagem dela foi feita pela Atriz Fernando Vasconcelos, pouco depois daquela novela em que ela fazia uma morta que voltou (OMG) e até hoje eu me lembro da morta chamando Eragon! Vou precisar de tratamento! LOL
hahahhaha, muito bom!!! ri muito!!!!!
- Nossa Saphira, como você faz isso?
- Eu bato as asas!
- Uau! Será que eu consigo também?
hehehehe
Eu ando meio obcecada por dragoes, mas conheço a historia de eragon há muito tempo, quando um filme é baseado em livros, eu costumo ver o filme primeiro (mania estranha, eu sei), eu vi Eragon quando essa minha obcessao começou, ODIEI, sério, nunca pensei que um filme pudesse ser tão ruim, que me desanimou a ler o livro, agora, com este post, estou mais desgostosa ainda, porem, gostaria de ler alguma historia escrita pelo Christopher Paolini.
Eu realmente não consigo pensar em palavras ofensivas o suficiente para falar de minha opinião do filme
O filme é realmente a pior adaptação de um livro que eu já vi.
Quanto ao personagem Eragon, também acho ele meio bobo, o primo Roran tem mais essência de herói que ele.
Mas o enredo do Paolini é bom. Uma coisa boa que ele criou (eu acho) é o negócio do nome. Que o nome revela tudo sobre a pessoa e uma mudança drástica na personalidade acaba mudando também o nome
Agora eu entendi por que deu tão errado ver o filme antes de ler o livro. Por esse motivo eu não percebi quanto o filme era ruim e ainda perdi parte da graça do livro (que realmente não é tanta). Pelo menos eu não gastei dinheiro algum (meu) com nenhum dos dois.
Eu tenho o livro e cometi o erro de assistir o filme antes de termina-lo, acabei perdendo o tesão… mas pretendo terminar!!!
Agora, gostaria de agradecer a você por me fazer rir,rir muuuito, sério mesmo, você tem umas tiradas ótimas. Valew!!!
Desde o lançamento de Eragon no Brasil, antes mesmo dos outros volumes, eu tive a vontade de conhecer a história pelo muito que ouvi falar a respeito. Só fui ter um exemplar deste livro muitos anos depois, depois do meu senso crítico ter ficado mais apurado. O que é uma pena, porque acabei detestando a história que tinha prendido minha atenção antes mesmo de saber o nome do protagonista.
Paolini tenta seguir um estilo similar ao de Tolkien, colocando os heróis numa jornada até uma terra longínqua. No caminho, se deparam com seres que falam em outro idioma diferente da língua geral, mas o léxico e a vontade de Paolini de criar idiomas diferentes é limitada a duas folhas com traduções nas últimas páginas do livro.
Achei apenas mais um livro infantojuvenil bem fraco, com diversos clichês (o pobre menino que é abandonado pelos pais verdadeiros, fica órfão dos pais de criação, não resta ninguém para ajudá-lo, surge um mentor que o introduz a uma missão, surge uma figura que levanta suspeita, a nova personagem é leal/traidora etc).
A quantidade de coisas que acontece em cada capítulo é tamanha que em poucas páginas você consegue deduzir o que acontecerá em seguida, tudo é muito repetitivo, inclusive as atitudes de Brom e Saphira que deveriam ser os mais sábios da história.
O livro ficaria melhor se tivesse ilustrações das personagens, talvez para desviar a atenção ou apenas para o deslumbre de dragões, ao qual eu cedo.
Não lerei Eldest e Brisingr tão cedo. O primeiro volume foi suficiente para perceber que essa história não rende, é só uma safira opaca, a sombra do grande épico que poderia ter sido.
Eu não esperava nada do filme, mas ele me surpreendeu por ser imensamente pior que o livro. Um dos personagens que também fizeram falta foi o Menino-Gato (e a Ângela de verdade, não aquela). Também não sei o que John Malkovich está fazendo ali (assim como Uma Thurman em Percy Jackson, completamente avulsa e sem destaque). O filme não mostra nem um terço do esplendor que era descrito no livro, na cidade sob a montanha.
Você escreve? deve ser um otimo escritor… sinceramente…
Para ser um escritor, o quesito básico é saber falar bem alguma coisa. E você meu amigo, se superou em escrever lixo! Se você escrever um livro, um dia, e o tema for lixo, será um best seller!
Desculpa… mas misturar livro e filme, e julgar o livro por que o filme é ruim, é o mesmo que comprar os livros da saga crepusculo só porque você achou bonito o ator do filme.
Particularmente eu detesto o filme Eragon, pois o filme conseguiu matar a historia e toda sua essencia, mas o livro é sensacional! tudo bem, o Eragon em si tem umas frescuras, e as vezes a Saphira eh meio ignorante, do tipo dragão com alma de cavalo. Mas acho uma historia bem formulada…
Outra coisa que preciso dizer é que, se você é mesmo um escritor, e um “quero ser” critico de livro, tente focar apenas nos livros… não misture o livro com suas versões aguadas de filmes. É triste isso… desculpa qualquer coisa, não tenho intenção de ofende-lo, apenas aceite como uma critica a sua critica.
Primeiramente parabéns pelo novo visual e parabéns pelos comentários/Críticas. Não li ERAGON ainda, mas conheço alguns amigos que já leram….
E é claro, quero concorrer ao livro de Leandro Reis… Os Filhos de Galagah.
Sem dúvida o post mais bem fundamentado acerca desta matéria. Concordo com tudo o que foi dito acerca do filme, eu chamaria uma inadaptação do livro ao cinema. Deviam começar do zero.
No entanto até que gostei dos livros e aguardo com alguma expectativa o 4º livro.
Nossa cara! o filme é realmente terrível. Tentei assisti-lo umas duas ou três vezes, mas depois de ver o tipo de filme que era (como você mesmo disse: com armaduras limpinhas e novinhas “tosco”) desisti. Uma pena que uma história como essa tenha sido disperdiçada num filme tão medíocre. Espero um próximo post.
abraço
HAHA, nem comento sobre filmes adaptados, estou quase desistindo desse debate. Afinal, é complicado achar um filme que se iguale ao livro. Mas Eragon está na minha lista de leitura, comprei a trilogia e estou esperando um tempinho para me dedicar ao mundo de Eragon.
Adoooro o estilo fantasia, enfim, sua uma viciada em leitura! (L)
Apesar de todos os méritos que o Paolini merece, sempre achei Eragon aquém do esperado. Na mesma época que li o livro dele, também li Crônicas do Mundo Emerso da Licia Troisi, que achei bem melhor, apesar de não ser um clássico foda da fantasia. Mas era divertido, e saia um pouco daquele velho clichê “jovem garoto num mundo de aventuras fantástico”, tudo bem que em Mundo Emerso o clichê muda para “jovem garota meia-elfa num mundo de aventuras fantásticas” mas já era alguma coisa. Também achei a construção de mundo da Troisi um pouco melhor que a do Paolini.
Mas os dois ainda perdem para a obra do autor do tópico =D
To acabanfo de ler o brisingr.
Toda a trilogia é muito boa…
odie o filme assim q ele comessou…
no filme urgals sao homens normais…
no livro eles parecem mais com Orcks
que tem 2 metros d autura e grandes chifres na cabeca…
nao sei o q deu nesse diretor pra conseguir estragar uma obra de arte epica como eragon é…nesse mundinho sem graca q foi filmado.
Uma princesa Elfa (Arya) nao tem aspecto d elfo. Um anao e do tamanho de um homem real…e o dragao de eragon cresce em menos de 30 segundos de crianca para adulto, no livro levas anos.
Fora o corte de cenas de um livro pro outro, assim q o fime acaba aparece um dragao vermelho (Thorn) que so aparece no livro 3, um livro foi totalmente cortado!!
Melhor q fassam o remake mesmo como fala a materia, e entreguem pros caras que fizeram transformers ou Avatar.
ou melhor, transformem em animacao e fassam uma serie, ja q a historia é longa e precisa de varios detalhes importanticimos.
Ei, vamos dar o benefício da dúvida ao rapaz. Mas um tempo e ele vai refinar sua técnica. Concordo que é excesso de deslumbramento do personagem Eragon, parece até o harry potter nos cinemas, que se embasbaca com tudo o que vê, do início até o último filme. O filme realmente contribui para o número crescente de leitores, pois quem lê recomenda: “Esquece o filme, nada a ver, lê o livro que vais notar a diferença”.
Mas mudando de assunto (ou nem tanto) que tal um post sobre a série Fronteiras do Universo e sua também fracassada adaptação ao cinema?
Otima materia, muito gostasa de ler e muito bem explicada
ja li até o brisingr, to esperando o lançamento o ultimo livro
a saga é espetacular
começei a aler o primeiro livro e quando fui ver tinha acabado o terceiro, fiquei apaixonado pela obra, o mundo de alagaesia em si é muito bem criado bem como seus personagens, e a narrativa é otimaparabens ao autor
o filme?
num passo 2% da historia
quer entender…leia os livros
ótima materia
Boa critica,bem é verdade o filme do Eragon tava uma porcaria deu ate nojo assistir estava muito diferente do livro.bem é claro eu gostei do livro comprei os tres Eragon,Eldest,Brisingr(é o nome que ele da a espada dele que ele mesmo faz de significa na lingua antiga fogo)eu quero muito ler o ultimo livro quero saber porque ele vai embora da Agalaesia e outras coisas.
Gostei da crítica. Meu namorado é fã de livros de dragão – assim como eu – e lembro bem de quando decidi dar Eragon para ele. Eu havia visto o filme na época do lançamento, quando ainda era uma criança facilmente deslumbravel XDD e lembro de que me apaixonei pela Saphira.
Moral da história: Decidi dar o livro para ele, que se apaixonou pela historia e comprou os outros dois correndo. E eu aproveitei para ler tdos em seguida.
Honestamente, eu acho os livros bons – e não ótimos -, sendo o primeiro o mais fraco. E achei uma baita sacanagem chegar ao fim do terceiro para descobrir que ainda será lançado um quarto. Sério, desanimou porque os livros são tão grandes que não sei se eu releria quando lançasse o quarto.
Bem, é isso. Espero ganhar o livro, ele me ajudaria muito na especialização que estou fazendo na faculdade de Letras (Infanto Juvenil).
Abraço!
O filme é péssimo mesmo.
Quero o Livro, o Post saiu da primeira pág…
Muito boa a crítica. Além de ser objetiva, também possui um tom humorístico que mantém o leitor interessado em terminar o artigo.
Quanto ao livro / filme criticado, em si, concordo com alguns dos pontos levantados.
Um em particular que gostaria de ressaltar é a questão da influência da idade no texto. Obviamente que a idade teve uma grande influência na escrita do autor. Não devido a fluidez do texto ou a maneira como ele abrange o tópico, mas sim na criação e desenvolvimento dos personagens / história.
Agora, mesmo autores experientes cometem erros de continuidade. Por exemplo o Jim Butcher, da série Dresden Files, faz a mesma coisa quanto aos poderes do protagonista. De maneira rápida (e muitas vezes nem um pouco plausível) ele aumenta de poder / nível / capacidade / novos spells, etc. Ainda sim, consegue ser uma série muito boa de se ler.
Eu não li os demais livros do Eragon, mas acredito (e espero) que exista um amadurecimento literário por parte dele.
Em minha opinião um bom livro é aquele te leva a uma psicose em que você vivencia o livro, sente os sentimentos dos personagens, e um dos livros que mais gostei de ler e ainda aguardo o quarto livro foi Eragon; Agora o filme, é merece-dor de escárnio, sem ritmo, totalmente infantilizado, visando apenas bilheteria, o mesmo ocorre em Percy Jackson, onde se encontra até contradições mitológicas; Se Dragões de Éter virar filme e ficar como Eragon e Percy Jackson eu juro que ponho fogo na minha coleção de Dragões de Éter, sério (onomatopéia de risada), no aguardo com ansiedade do Círculos de Chuva.
Eu to no segundo livro e eu achei muito bom, Eragon realment e um mlk chato mas como ja falram no segundo livro a coisa fica melhor, ele pergunta bastante mas da pra ver que ele ta crescendo.
e um livro empolgante eu so nao gostei doq fizeram com o filme, ridiculo.
O filme é tão ruim, mas tão ruim, que chega a ser uma ofensa aos filmes ruins.
Realmente, aquilo nem pode ser chamado de filme. Ele crucificou cada letra do livro. Só teve UMA COISA que gostei naquela ”produção”. As paisagens . Mas isso já é um mérito da Mãe Natureza. hihihi, e não desistam do livro por causa de críticas negativas. Pelo menos comecem a ler para tirar suas próprias conclusões. Texto muito bom, ri pra carambaa, parabéns!
Olha, Já li tdos os três livros e estou no aguardo do quarto. É, o Éragon é um mala MESMO! Mas só no primeiro livro, depois, ele fica BEM melhor. Sem falar que aí o livro se divide entre aventuras dele, do primo, das pessoas do acampamento (que no momento esqueci o nome xD).
E o livro ganaha outra cara, embor alguns aspectos, e aguns acontecimentos estejam bem claros antes de acontecer. Ah e o Éragon não fica com a Arya, pelo menos até o final do terceiro livro.
Enfim, acho que ele pega bem o “menino tosco” pra “adulto” ao longo do sofrimento do cara. O personagem cresce.
Mas o filme…
Sem comentários né, ridiculo.
Muita maldade, pq quem assite pensa que o livro é aquilo. ¬¬”
Depois da crítica, aí sim que não deu vontade de ler. Em vez disso, acho que vou acabar lendo “O Hobbit” pela quinta vez.
Na boa, Neil Gaiman é o cara hoje em dia. Literatura fantástica é com ele.