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Papricast 141 /// Elvis, the Pelvis

O Rei. Esse título é para poucos. E menor ainda é o número de pessoas que faz jus a esse tipo de adjetivo. Elvis Aaron Presley mudou não apenas a história da música, mas influenciou de tantas formas a mídia, a cultura e o comportamento de sua época que seria injusto não lhe darem uma coroa. Nesse programa falamos um pouco sobre a carreira de Elvis, sua importância no cenário de transformação musical dos anos 50 e de sua prematura morte em 1977. Dê o play e venha quebrar os quadris com a gente.


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Ficha Técnica: Nesse programa Marton Santos, Leonardo Santos e Jaison Mafra ficam Elvispreyslando por aí por 1h e 08 minutos.

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  • Rafael Abreu

    Sinceramente, eu não entendo o porquê de tanta gente falando que o teor do programa foi racista e que a temática do programa acaba incorrendo em uma visão racista por se tratar de um artista branco que obteve reconhecimento ao se apropriar de elementos da cultura musical de origem negra e incorporá-los à música branca. Entendo que para muitos o título de “Rei” possa ser questionado justamente pelo fato do Elvis não ter “criado” nenhum estilo, mas ter feito algo que antes dele outros artistas, negros, já faziam. Mas antes de qualquer coisa, Elvis não é reverenciado como “o pai do rock”, inclusive, esse título é muitas vezes atribuído ao Chuck Berry, o qual muitos afirmam ser o verdadeiro rei. Mas acho que em se tratando de preconceito, alegar que o Elvis não teve importância alguma e que ele não merece qualquer reconhecimento por ser branco e cantar música de negro é também uma forma de preconceito. Porque ao se fazer isso, está se afirmando a segregação cultural, dizendo que brancos devem ouvir/fazer música de branco e negros de negros, e que qualquer forma de integração racial não têm valor. Acho que antes de se ver o Elvis como um cara maquiavélico, como o Marton muito bem colocou, que roubou algo da comunidade negra e lucrou à custa do trabalho de outros artistas, ele deveria ser compreendido como um elemento de integração racial e cultural em uma sociedade altamente segregatória como a dos EUA nos anos 50. O que muitos se esqueceram de levar em conta é que, sim, o Elvis obteve de fato a censura do público negro da época justamente por ele regravar canções de outros artistas negros e, diferentes dos seus compositores, ter reconhecimento por isso; porém, Elvis também foi alvo de preconceito e rechaço pela audiência branca mais conservadora, justamente por ser um branco de que comporta e canta como negro. Elvis criou uma cultura “mestiça” que não encontrou seu lugar nos universos mais fechados dos dois grupos sociais, e por isso alguns biógrafos e estudiosos da história da música atribuem seu grande sucesso ao seu carisma, “sex appeal” e personalidade, que o faziam uma figura tão atraente ao público jovem da época. E a esse elemento eu somaria o seu imenso talento, pois não se pode negar sua capacidade vocal e qualidade musical. Cabe lembrar que naquela época a segregação existia em todos os níveis da sociedade, desde bebedouros e banheiros de uso exclusivo pra pessoas brancas e negras, e da mesma forma, existiam rádios que não tocavam músicas de artistas negros (isso é retratado no filme Dreamgirls), e isso talvez seja o fator que muitos questionam, pois existiam espaços sociais que eram vedados a um artista negro e dos quais o Elvis se encaixou. Mas o importante a se levar em conta, e foi essa a abordagem dada pelos participantes do programa, é que o Elvis tinham sim muito talento e buscar diminuir a sua importância alegando que ele era um cara branco que roubou algo que pertencia aos negros é a reprodução de uma visão de sociedade segregadora. Muitos estudiosos acreditam que se não tivesse existido esse integração cultural através da figura do Elvis o rock não teria se tornado o maior estilo musical do século XX, e talvez fosse um estilo restrito a um grupo social e a demais admiradores, como o blues e o jazz. Somente por meio do Elvis foi possível o rock se tornar um estilo musical de massas. Lembrem pessoas, o Elvis era um grande admirador da cultura negra: frequentava igrejas e clubes de negros, ouvia rádios e artistas negros, gostava de se vestir e queria ser como os negros tanto na voz como no visual (ele era loiro e tingia os cabelos de preto), coisas que para os padrões da época era um absurdo. Ele desafiou esses tabus e ampliou a um público muito maior a cultura negra. Criticar o valor artístico de Elvis sob a argumentação de que ele roubou algo dos negros é reafirmar uma visão de sociedade dividida em “castas” étnicas e ao invés de romper com o preconceito que existe em nossos dias acaba por afirmá-lo.

    • Adriana CR

      isso aí

  • josé Amaro

    Nunca comento aqui mas participo lá do grupo mas esse Eduardo aí me fez
    entrar aqui para dizer isso … CARA TU NÃO SABE PORRA NENHUMA DE MÚSICA!. tchau! (galera do papricast vive dando furo quando se trata de música também mas tu Eduardo tá muito insistente na tua loucura)

  • Luciano T L

    Acho impressionante essa polêmica sobre o cast ser racista, ou por ter algum comentário racista. Até ouvi novamente com bastante atenção pra ver se tinha perdido alguma coisa mas não, realmente não achei nada. Mas é inegável que o grande diferencial do Elvis era o carisma, já vi documentários sobre a vida dele nos quais criticavam as decisões do coronel… marechal… (tio, brother, camarada! ) enfim, o agente dele. Diziam que várias escolhas eram equivocadas. Como fazer filmes, parar de fazer shows e tals. O que manteve ele no topo, mesmo na fase obeso mórbido, era o carisma. Tem um filme antigo sobre o Jerry Lee Lewis, aquele pirado que botava fogo no piano e também adorava música negra. Em uma cena ele e o primo quando crianças, fugiam para ver um baile negro, também no sul dos EUA. o primo apavorado dizia que era pra irem embora, que ali só tinha música do demônio, o Jerry disse: Se essa é a música do demônio, então eu quero ir pro inferno! pode ser inocência, cena de filme, mas eu cito isso pra dizer que não existia um “plano” de roubar a música negra. É certo que tanto o Jerry quanto o Elvis foram influenciados pela música negra e pra mim não existe maior prova de não racismo do que usar a música negra como influência. Como o Marton falou, segregar, separar em musica de negro e de branco, essa sim é uma forma de racismo. O Elvis não era nenhum gênio, nem sei o grau de instrução dele mas pelo que eu acompanhei como fã, ele fazia a música que ele gostava e ganhava dinheiro com isso, simples assim. Nunca levantou nenhuma bandeira. Era um cara simples que teve uma grande oportunidade e a abraçou e como já mencionei antes, o que fez ele ser conhecido no mundo todo e reverenciado como rei sem nunca ter saído dos EUA foi a pessoa carismática que ele era. Mencionei em um comentário anterior que a reencarnação dele era o o Michael Jackson, mas talvez tenha sido o Steve Jobs, que de tão carismático diziam que ele tinha um superpoder. o Poder de distorção da realidade, que fazia com que qualquer coisa que ele lançasse, mesmo que fosse uma bosta, fosse um sucesso mundial.

  • Elias Gonçalves

    Eu sou um fanático por Podcasts, minha namorada já brigou cmg pq no meu carro não tem mais trilha sonora, só podcasts rsrs!! E vcs estão na lista dos meus favoritos! A cada episódio do Papricast o transito de 1h30min para o trabalho fica cada vez mais divertido.. é o meu passa-tempo favorito, único, pois faço engenharia e não tenho mais vida! Parabéns pelo episódio e por tantos outros que fizeram do meu dia uma boa e velha gargalhada!!
    Valeu!!

  • Renato Machado

    Nossa, Fiquei meio assustado com o pensamento de algumas pessoas “politicamente corretas” e na dificuldade que elas possuem em analisar fatos em seus contextos.
    Marton, não dá a impressão de que é quase um tabu falar da segregação racial e seus absurdos? Simplesmente usar o contexto histórico para justificar um fato é dar a nós, ouvintes, a chance de abstrair absurdos da época.
    Seguindo o mesmo raciocínio, melhor não falarmos mais do Nazismo. Vamos deixar cair no esquecimento por conta dos arautos defensores da boa convivência e dos “politicamente corretos”.
    Digo que esse não é o caminho! Esquecer e não ter o minimo de percepção dos exemplos da história é um convite para repetir os mesmos erros.
    Quanto aos demais comentários “depreciativos”, continuem. Em uma roda de amigos, mantendo o contexto e o bom senso, falamos besteiras. Por isso rimos e/ou discutimos sobre assuntos mais sérios.
    No mais, sugiro um tema para um papricast, se me permitem.. PAPRICAST Politicamente Correto. Sei que discutir essas coisas não fazem parte do que vocês, mas podemos falar que isso, o tal moralismo, pode sim influenciar a cultura pop.
    Parabéns pelo trabalho!!

  • http://pilton.tumblr.com/post/117789786581/cartola-com-o-traje-para-o-desfile-da-mangueira Ivan_PD
  • Mimi

    Adorei o podcast, achei a história muito interessante, e concordo com o comentário sobre fazer um podcast sobre Marilyn Monroe. Infelizmente eu também notei um pouco de racismo no programa, embora eu sei que nunca isso chegou a ser a intenção de vocês, e após ler os comentários do Fabiano tenho que concordar com o que ele disse. Mas independente eu admiro o seu trabalho e a educação por vocês terem uma discussão bem amistosa. Continuem com o bom programa e reflitam sobre alguns comentários que soaram racistas mesmo sem querer. Adoro vocês.

  • Rafael M.

    Sabe, as vezes o racismo está em quem lê/ouve e interpreta de forma não restrita. Ouvi o cast mais de uma vez e não entendi a reclamação de alguns. Tem até gente criticando e usando argumentos como “rock negro”. Pessoal, mais paz no coração.

    • Luciano T L

      se pudesse, eu curtia esse comentário pertinente.

  • http://pilton.tumblr.com/post/125249834169/adornos-e-adereços Ivan_PD

    Gostei muito do episódio, e após ler as críticas aqui na caixa de comentários, não acredito que eles estejam de todo errado, se as pessoas perceberam vocês de uma forma diferente da que vocês queriam passar vale a reflexão, principalmente para o editor, afinal o filtro final é dele.
    Dito isso, reforço gostei muito do episódio, tanto que após anos volto aqui para comentar, e acrescento um pedido, façam episódios parecidos para Marilyn Monroe, James Dean, Sidney Poitier…
    Parabéns, e sucesso.

  • Fabiano Rodrigues de Paula

    Comecei a acompanhar o papricast no cast sobre game of thrones, e já se passaram anos. Cheguei a fazer parte do grupo no Facebook, uma galera muito inteligente e divertida, mas por motivos diversos o tempo não me permite tal tipo de interação, mas sempre acompanho o cast.

    Não pude deixar de notar por vezes o teor racista de alguns comentários proferidos, como uma vez em que afirmaram que o cabelo crespo é ruim. Quando foram reprendidos por isso a desculpa foi dizer que é uma verdade estabelecida que o cabelo crespo têm a aparência de sujo, por isso tudo bem.

    Quero deixar claro que o racismo não é só o comentário depreciativo e com intuito de ofender, essas naturalizações absurdas que existem na sociedade brasileira e mundial são parte do racismo que pessoas brancas praticam sem perceber.

    Ao ponto de uma pessoa em um dos comentários dizer que um artista negro poderia fazer sucesso se tentasse de verdade. Isso só mostra o desconhecimento sobre a história negra, e principalmente da música negra.

    Agora eu ignorei de boa a maior parte das escorregadas (ao meu ver) que vocês deram por achar que nenhuma dela foi proposital, faltou um pouco de tato e sensibilidade para gerir o assunto.
    No caso do cast do Elvis quando vocês deram a entender que os negros sentiam inveja do sucesso do Elvis, e que o “Rei do Rock” fez muito pela comunidade negra mesmo não fazendo nada foi a gota d’agua. Parei o cast e ignorei a situação.

    Entendo que pessoas brancas ou que vivem em espaços embranquecidos não tenham a sensibilidade para entender o que é sofrer preconceito ou os processos de embranquecimento presentes na sociedade.
    Só que a parti do momento que se faz uma critica a esse ato, aos comentários racistas que talvez não tenham sido intencionais, mas existiram. Eu esperava um comportamento melhor do que tratar com o deboche ou insinuar um vitimismo na situação.

    O rock teve um expoente branco inegável com o Les Paul, agora o Elvis só é tratado como rei por ser um cara branco simulando a música negra para o publico branco que detinha os meios de comunicação ouvir.
    Vanilla Ice é a mesma coisa.
    White White Baby.

    Esse foi meu desabafo, nada contra as pessoas do programa. Sei que intencionalmente vocês não tem a intenção de praticar racismo, mas o programa de vocês até onde ouvi foi muito racista, na minha humilde opinião.

    • Marton Santos

      Então Fabiano, indo por partes…

      Quanto a questão cabelo crespo/coisa de pobre, trata-se de uma brincadeira que foi feita em um contexto totalmente diferente, onde citamos inclusive os ideais de beleza que fazem as mulheres ficarem contantemente fazendo chapinhas e/ou alisamentos. É um tanto quanto desonesto tirar essa fala de contexto e jogá-la aqui para milhares de pessoas que, talvez, nem tenham ouvido esse episódio, que é bem antigo. Pode ser que tenha sido uma piada infeliz? Até pode, mas tirá-la de contexto e “completá-la” com o adjetivo “sujo” me parece uma tentativa de nos colocar na berlinda. Not here.

      Quanto ao Elvis, fico triste que você tenha parado o programa. Não acredito que em nenhum momento chegamos perto de encostar em qualquer sentimento de “inveja” dos negros, realmente não faço ideia de onde essa sua análise saiu e qual a razão disso. O que frisei bastante no programa e em alguns comentários aqui é que Elvis serviu para introduzir alguns elementos que seriam pessimamente recebidos pela sociedade conservadora branca. Se um sujeito branco que dançava, suava e mexia os quadris já horrorizou a “família de bem” daquela época, imagine o que seria para um tiozinho da burguesia ver um negro fazendo aquilo na TV. E SIM, os clubes do sul dos estados unidos já eram repletos de pessoas que faziam coisas similares e não ganharam destaque na mídia por serem negras… olha só que mundo de merda a gente vivia. Mas aí um sujeito branco apareceu, serviu exercito, virou queridinho do país e todos se tornaram mais tolerantes com aquilo que ele fazia. Ele fez isso pra melhorar o mundo? Claro que não! Mas o sujeito que descobriu a penicilina também fez isso por acidente. INFELIZMENTE nomes como Chuck Berry estariam eternamente destinados a cultura de gueto, caso o movimento não houvesse explodido com Elvis. E, por incrível que pareça, a culpa disso não é minha, e sim da sociedade que não tolerava negros na TV e no cinema naquela época.

      • Fabiano Rodrigues de Paula

        Marton, obrigado por responder.

        Sobre o episódio do cabelo, se alterei alguns termos me perdoe. Minha intenção não era aumentar o fato, apenas relembrar que ele ocorreu. Como você disse, acredito que quando vocês fizeram o comentário não tinham a intenção de ofender, mas só quis lembrar que a forma como vocês o corrigiram no episodio seguinte não foi legal.

        Sobre o Elvis, quando vocês por volta dos 8 minutos colocam que o ranço da comunidade negra com o Elvis séria porque tanto ele Chuck Berry surgiram ao mesmo tempo, mas o Berry não fez o mesmo sucesso que o Elvis. (Parece que existe uma inveja do sucesso do Elvis). E depois o comentário de que se desejava que o Elvis abraçasse o Berry e a comunidade negra para apresentar o som e produzir uma integração. (Parece que existe uma inveja novamente do poder de alcance do Elvis).
        Talvez eu tenha interpretado muito mal vocês, mas no meu ponto de vista parece que faltou um pouco de tato para lidar com a situação. O Elvis não ajudou a criar uma integração racial, por isso a crítica da apropriação cultura, ele levou o som negro para um público branco, mas a comunidade negra não ia para os show do Elvis que eram em espaços claramente embranquecidos em sua maioria. Então que integração racial foi essa? Por isso apropriação, ele pegou o som negro e levou para o espaço branco e produziu uma higienização para que a comunidade branca pudesse consumir.
        Produzir uma integração racial foi obra de Chuck Berry e outros, que apesar da segregação que sofriam tocavam para públicos mistos (no sentido literal, porque as regras de segregação da época não permitiam que brancos e negros ocupassem o mesmo espaço nos clubes, mas Berry conseguia mesmo assim). As bandas inglesas foram muito mais respeitosas com a influência negra na sua música do que o Elvis jamais foi.
        Por isso a fala de que o Elvis fez alguma contribuição, mesmo não fazendo nada, me pareceu ainda mais racista. Como se os negros tivessem que agradecer ao Elvis por ter “eternizado” a música negra apesar de sua apropriação. Se é para exercer o ato do “E SE” o que é mais provável sem a existência do Elvis? Os brancos continuarem consumindo o rock negro ou ignorarem o estilo que tomava a nação? (O mais provável seria encontrar um novo símbolo branco para emular a proposta do rock negro).
        Caso bem diferente das bandas inglesas, elas foram literalmente influenciadas pelo ritmo de Chuck berry e outros e produziram seu próprio som.
        E não estou culpando você Marton e os meninos do cast, sei que intencionalmente vocês jamais seriam racistas, mas as vezes existem posturas “naturalizadas” que precisam ser revistas e principalmente combatidas. Por isso no meu entendimento, coroar o Elvis que para vocês pode representar o apogeu do rock, mas para um outro grupo representa a afirmação da discriminação, preconceito e apropriação cultural é extremamente pesado.
        Talvez não realizar nenhum comentário sobre o fato e simplesmente levar a questão no campo de que ele influenciou vocês teria sido suficiente, mas ao tentar fazer a contextualização histórica a coisa me desagradou pessoalmente.

        Desculpa pelo textão, e obrigado pela respota.

  • Marcos Oliveira

    Pow, curti muito o cast… muito mesmo! Tô aqui curtindo o show de 68… foda pra caralho!

  • Dani

    Quando vai ser o próximo. Hangout?

  • Patrícia Camarão

    Marton roubou o muco sexy da Phoebe.

  • william

    todo mundo sabe que o elvis aprendeu a dançar com o forest camp

  • Luciano T L

    Um paralelo que pode ser feito é com o Michael Jackson, os dois juntaram vários elementos de suas épocas e fizeram coisas únicas. Ambos chocaram o mundo quando surgiram. Elvis the pélvis, que como comentado pela Ana, não era filmado da cintura para baixo quando fazia os passos que o forrest gump ensinou. E o Michael com o moonwalk e thriller. Tiveram uma carreira meteórica e fantástica e um fim decadente e trágico, se existe reencarnação o Michael Jackson foi a reencarnação do Elvis. Não o filho pirado da Vanusa.

  • vanessa F. cheng

    o”rock” já era nascido muito antes do surgimento de elvis,isso é fato. é notória a presença de chuck berry,little richard e Ike turner em sua criação (inclusive a união do gospel e do country ao blues) até mesmo a dança sensual já era patente aos saloons das comunidades negras americanas.enfim,isso tira o mérito do REI?…não tanto quanto milli vanilli !hahaha guardadas as devidas proporções, é claro. desde sempre marketing maior que a realidade!
    obs:adoro o elvis mas,sei muito sobre história da música para ficar iludida.

    • Marton Santos

      Justo Vanessa. Ele levou isso pro grande público em uma época onde um artista negro seria solenemente ignorado pela sociedade branca conservadora. O que não acredito é que um dia ele pensou maquiavelicamente que iria roubar a cultura negra e levar crédito por isso.

      • Luciano T L

        Pois é, acredito que ele fez o que fez no início da carreira mais por instinto do que planejamento. Tanto que somente depois que ele gravou o presente para a mãe é que pensaram em uma carreira de músico pra ele.

  • tiago

    musica boa indefere da cor de quem a canta e sim do talento.E claro que houve ainda ah cantores negros formidáveis como também medíocres mais isso não muda o fato de que um cara branco possa fazer a assim chamada musica de negro, assim como um japonês pode cantar pagode ou um russo pode cantar reggae no final das contas o que vale e o seguinte se a musica e boa ou nao

  • Eduardo

    Elvis foi um apropriador cultural safado que passou a vida roubando a arte dos negros e só fez sucesso devido ao publico americano racista poder, através dele, aproveitar a musica dos negros e ao mesmo tempo tirar os negros da equação. É vergonhoso que Elvis tenha tido mais reconhecimento que o Chuck Berry, que era um artista muito melhor.

    Hoje ainda acontece isso, com os Macklemore da vida se apropriando da cultura e ganhando prêmio de melhor álbum de rap enquanto gente como o Kendrick Lamar também está concorrendo.

    Elvis foi o equivalente à Iggy Azelea do tempo dele. Pegou cultura negra, empacotou numa embalagem branca e atrasou em muito a legitimação da arte negra que ele roubou.

    Ridículo demais esse endeusamento que vocês fizeram. 2015, sabe. Cruzes.

    • Marton Santos

      Pois é… 2015 e você aqui defendendo que negro tem que fazer música de negro e branco tem que fazer música de branco.

      Tenta trocar o óleo e fazer uma geometria cara, tu não tá funcionando legal.

      • http://www.papricast.com.br Leonardo Santos

        Uma solução seria criar categorias em premiações para rap de branco e outra para rap de negros! XOU! Igual…valeu o comentário aí champ!!

      • Eduardo

        Isso é o mais horrível sobre apropriação cultural: a maioria branca é tão indisposta a lidar com o quão horrível isso é que não só encara com naturalidade como também DEFENDE.

        Pelo menos sei que o fato de você ter escolhido atacar eu, pessoalmente, e não o que eu disse, é sozinho um indicativo de muita coisa.

        Isso juntando ao machismo sem fim que vocês expressam em basicamente todo episódio

        (Sharon Stone? Gostosa!

        o modo como encararam o estupro em Game of Thrones ao ponto de, só porque vocês gostam da série, racionalizar (“na época era assim!”) usar mulheres sendo agredidas com o único proposito de avançar a motivação de um personagem homem e achar isso ok.

        todo aquele programa incrivelmente ofensivo sobre girl power

        tantos outros)

        e eu fico pensando aqui porque diabos eu escutava vocês até hoje.

        • http://www.papricast.com.br Leonardo Santos

          Certo que tinha alguém te forçando a ouvir! Não é vergonha pedir ajuda cara…tu merece ser livre! Mais uma vez…obrigado pelo comentário!

          • Luciano T L

            Hoje em dia não se pode contra argumentar que já está se atacando…

  • Renata Vargas

    De novo e novamente! Preciso ser redundante e também repetitiva ao dizer: PARABÉNS gurizada! Vocês estão tão bons quanto os ‘líderes’ da podosfera, inclusive, em Muitos momentos, estão MELHORES! Obrigada pelo programa :)

  • Felipe

    Ep. fóda gurizada! Parabéns!

  • Rafael M.

    Volta Papricast News !!!

  • Caio

    Podiam fazer uma trilogia com o triunvirato máximo da música mundial: Elvis, Frank Sinatra e Genival Lacerda!

  • http://pautalivrenews.com Carlos Tourinho

    Agora falta falar de Sons of Anarchy 😉

  • Ana Carolina de Alexandria

    Taí agora vcs me surpreenderam com o tema, nunca imaginei na vida que vcs falariam de Elvis…ameiii!!! :)

    • Ana Carolina de Alexandria

      A dança do Elvis era sexy demais para os anos 50, tanto que a televisão passou a filmá-lo da cintura pra cima, para que a “família norte americana tradicional” pudesse assistir sem terem um troço.

      • Ana Carolina de Alexandria

        O show de 68 (roupa preta de couro) é o meu preferido tb, mas o Aloha é foda pra caralho.