Papricast 189 /// Os Super-Heróis e a Filosofia

Super-heróis não precisam ser sinônimo de entretenimento descerebrado, embora muitas vezes sejam tratados dessa forma. A discussão implícita nos quadrinhos e filmes com superseres, pode servir de material para horas e horas de conversas discutindo religião, política, ética e, até, a própria realidade. Nesse programa recebemos o Professor de Filosofia Leonardo Schaefer, da Faculdade IDC, para conversar sobre a relação entre os super-heróis e a filosofia.

[DOWNLOAD]

Ficha Técnica: Nesse programa Marton Santos, Leonardo Santos e Leonardo Schaefer divagam sobre a importância dos super-heróis por 67 minutos.

Curso de Pós-Graduação na IDC

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  • Richelly Italo

    A princípio achei que o cast seria meio ruim, mas ao longo dele ficou foda.
    Tenho que assistir Watchman novamente pela 4x.

  • Luis Antonio

    Nãooo Superman travesti tão loko sauhusahusahu

    esses caras ja estão contaminados com essas ideias de minoria, quer te fazer aceitar de qualquer forma, que gay e transexual e uma coisa normal, kkk isso nunca vai ser normal nem em mil anos mesmo que ele seja aceito na sociedade sempre se vai ter um confusão interna do próprio

    querem transformar opção sexual em ideologia politica, Sociedade precisa de escola, curso de formação, valores morais (tem mais bandido que gente trabalhando nesse pais) – não de cartilha do jean willys pra doutrinar a cabeça das crianças

    vsf papricast esquerdinha do caralho.

    • Filipe Woitschach

      Você fala de maneira burra cara. pare de passar vergonha.

      • Luis Antonio

        deve ser isso ae mesmo kkkk

  • Heider Carlos

    Gostei muito do episódio, que acabou sendo uns 50% de Watchmen. Faz um tempinho que eu li a HQ, por isto algumas informações podem estar erradas, mas não lembro do Doutor Manhattan ter onisciência nem onipresença (mesmo sem levar em conta que os testes atômicos limitavam sua visão). Ou, pelo menos, não interpretei desta forma.

    Usando uma analogia científica, é tipo a teoria cinética. Um observador não consegue prever o comportamento de um átomo, mas ele consegue prever o comportamento de um gás (que é composto de um numero enorme de átomos). Doutor Manhattan não consegue prever o futuro de uma pessoa. Mas consegue prever o futuro da humanidade.

    Ele diz, uma vez, que ele vê o tempo em todas as suas facetas. A noção que eu tenho de sua visão temporal é de que, tendo como base o fato que energia não se cria, apenas se transforma, e que ele pode ver estas transformações (até em escala subatômicas) ele conhece o todo do universo. Ele sabe como as partículas são geradas, como elas decaem. Ele consegue ver átomos e saber como eles eram, e como eles serão.

    Ele também cita que não há diferenças estruturais entre uma pessoa viva e uma pessoa morta (pois elas tem o mesmo número de partículas) e que a vida é uma abstração. Logo, para ele, não há algo que possa acontecer no planeta Terra que lhe interesse. Ele é indiferente a nossa própria existência – os átomos na Terra continuam os mesmos, de que lhe importa se eles formam uma pessoa, ou outra, ou uma pedra? De que lhe importa dor, amor, tristeza e felicidade, se são só reações químicas no cérebro de um agregado de átomos?

    Mas toda vida é uma abstração, até a sua. Ele se torna, a partir de sua existência, uma constante no universo. Ele não pode se matar, não pode se fazer não existir mais. E aí ele começa a criar estas abstrações, ao invés de acompanhar as que o universo criou pelo acaso.

    Obviamente é só a minha interpretação, o modo como eu tento entender o personagem.

    E é claro que, fazendo parte oficialmente do universo da DC, daqui a pouco o Batman dá uma porrada nele pq, hergh derp, ele é o Batman. Ou ele se torna algum membro da Ordem ou do Caos ou algo assim.

  • Marcial Junior

    Caraca, 40% de desconto….. Show!!!